Como lidar com as «birras» do meu namorado / da minha namorada?

Dentro de alguns relacionamentos amorosos, nalguns momentos, há «birras» que marcam presença. Podem rotulá-las de positivas, negativas, mais e menos assíduas, repetitivas, criativas, incompreensíveis, justificáveis, engraçadas, assustadoras, expectáveis, improváveis, entre tantos outros rótulos possíveis. Lembra-se de alguns desses episódios no seu atual relacionamento? Se sim, como lidou ou lida com eles e qual o impacto dos mesmos na sua relação a dois?

De uma forma simples, sem entrar pela profundidade dos desafios das relações amorosas, deixo-lhe três passos que podem ser úteis para a resolução das «birras» do seu namorado ou da sua namorada:

PASSO 1. Não responda com outra «birra» ou com amuo. Respire fundo e observe. Não perca o(a) embirrento(a) do seu campo de visão e analise se, naquele momento, ganha mais com o silêncio respeitador, com o afastamento estratégico, com a aproximação aconchegante, com a simulação de falta de ar (esta não, é só uma brincadeira!) ou com um beijo poderoso.

PASSO 2. Verifique o «cadastro» do seu companheiro ou da sua companheira, no que se refere às «birras», por exemplo, perguntando à ex-namorada ou ao ex-namorado qual a frequência das mesmas na relação por eles vivida. É óbvio que não! Esta opção é para descartar. Em vez disso, verifique quantas vezes é que a «birra» já apareceu na vossa história, descubra o significado dela e adicione-a ao capítulo «reflexão para dentro de ‘nós’» do livro da vossa relação. Ela surge por alguma razão. Se for compreendida e discutida, talvez encontrem uma resposta mais assertiva para lidar com os problemas.

PASSO 3. Reflita (maduramente) em conjunto e analise se a «birra» é a forma mais construtiva e eficaz para dois adultos resolverem os problemas, situações incomodativas ou pontos de discórdia. Se chegarem à conclusão que ela – a «birra» – não resolve nada, talvez esteja na hora de acabar com ela. Uma vez ou outra até pode ser engraçado, mas a repetição exaustiva pode cansar e esgotar a relação. Sabendo desses efeitos, não deixe arrastar esse tipo de comportamento pela linha do tempo da vida e da relação amorosa. Se a análise ou a mudança for muito difícil, procure ajuda especializada (por exemplo, um psicólogo e/ou um terapeuta de casal).

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