Porventura desventura…

Porventura desventura pela visibilidade de movimentos de exclusão. E que no se refere à exclusão fico por aqui, isto é, já chega! Bem-aventurados sejam aqueles(as) que nunca abandonam a sua missão de inclusão e que se lembram de andar de mãos dadas com ela sem dias de exceção. A sua força reside no amor. E todos, sem exceção, saem vencedores destas ações humanizantes. A extraordinária força da inclusão é o único movimento que torna a sociedade harmoniosa. «Inclusão» é o mesmo que dizer «o amor que nos une». Quem inclui tem o seguinte princípio de base: todos cabem e têm o dever e a liberdade (com responsabilidade) pela preservação dos direitos humanos. É uma aprendizagem. É um caminho a ser feito diariamente. Por isso, deixo um apelo à mobilização de todos os nossos recursos, apoiados numa visão humanista, para que tracemos um caminho que defende a inclusão. Sim, temos de dar à sociedade a nossa voz e as nossas ações humanitárias. É essa a nossa luta e sempre será. «Chega-te a mim e deixa-te estar» é completo e acolhedor. Diria que é o que o mundo precisa. Tu sabes disso. É que o amor, ao contrário do ódio, tem um poder de construção incrível. Só podemos ser mais felizes quando nos movemos para a construção de uma sociedade pacífica, onde os afetos e o respeito pelas outras pessoas têm um lugar bem destacado.

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